Pular para o conteúdo principal

Nivea Oliveira na Bienal do Livro em São Paulo




A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo começa no dia 26 de agosto, sexta-feira, e vai até o dia 4 de setembro, domingo. A feira, a maior sobre literatura do país, contará com mais de 200 expositores.


Nívea Oliveira, autora de "Viajantes do tempo", estará na Multifoco, no estande O 065, 27 de agosto, sábado, às 21h. Lançado em 2016, pelo selo Mil Palavras, seu livro conta a história de um homem que se tornou fazendeiro por acaso e desejava ter um filho que conduzisse os trabalhos em suas terras. Ele ganhou a propriedade, mas não tinha a nobreza no sangue. Deparou-se então com o desafio de sustentar quatro filhas com personalidades bem diferentes e uma esposa que carregava um segredo consigo. Em Viajantes do tempo, você, leitor, também irá fazer uma viagem. Temos como cenário o interior do Nordeste do Brasil nos anos cinquenta. A vida sem celulares, sem luz elétrica, sem a pressa habitual do nosso cotidiano. O protagonista principal é o tempo que tudo modifica, consola, revê, enfim… as constantes marcas do tempo em nossas vidas. Quanta coisa o tempo levou? E quanta coisa o tempo trouxe? A dualidade do tempo modifica opiniões e nos faz mudar de ideia? Mudança e tempo são bons amigos? 

A Bienal do Livro de São Paulo acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209) e funcionará de 9h a 22h de segunda a sexta-feira, de 10h a 22h aos sábados e domingos e de 10h a 21h no dia 4 de setembro, último dia do evento.

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi
Endereço: Av. Olavo Fontoura 1.209, Santana, São Paulo, SP
Data: 28/08/16, às 21h


Adquira o livro: 
http://editoramultifoco.com.br/loja/product/viajantes-do-tempo/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Marcos Caruso e Nivea Oliveira

Hoje a aula foi com ele. Caruso nos falou sobre o respeito que devemos ter enquanto profissionais. A arte exige de nós uma disciplina e constância. Uma ponte para a arte, para o ofício de criação.  Bom final de semana leitor!

A diferença entre esperança e esperançar segundo Paulo Freire

Bom dia com Mario Sergio Cortella e Paulo Freire: “Como insistia o inesquecível Paulo Freire, não se pode confundir esperança do verbo esperançar com esperança do verbo esperar. Aliás, uma das coisas mais perniciosas que temos nesse momento é o apodrecimento da esperança; em várias situações as pessoas acham que não tem mais jeito, que não tem alternativa, que a vida é assim mesmo… Violência? O que posso fazer? Espero que termine… Desemprego? O que posso fazer? Espero que resolvam… Fome? O que posso fazer? Espero que impeçam… Corrupção? O que posso fazer? Espero que liquidem… Isso não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar, esperançar é ir atrás, esperançar é construir, esperançar é não desistir! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo. E, se há algo que Paulo Freire fez o tempo todo, foi incendiar a nossa urgência de esperanças

Escritor é assim mesmo. Quando a realidade não oferece algo, a gente cria.

As noites No silêncio das noites eu crio personagens que vão ganhando forma dentro das tramas que construo. Escrever é algo tão maravilhoso que me perco nos dias e nos meses. E nesse perder-se reside a magia da escrita.  Todos nós somos escritores, porém alguns salpicam as estórias com o pozinho da poesia. E esse tempero mágico muda tudo. Escrever é quase como costurar. Um alinhavo , um arremate, e a roupa está pronta. Pronta? Não, claro que não. Somente quando a escrita chega até vocês é que o encantamento começa. Quando eu me propus a descobrir um bom momento por dia (#vamosdescobrirbonsmomentos) nas redes sociais eu não estava negando a realidade difícil da nossa cidade, em termos de segurança. Eu acredito que existe sempre o outro lado da moeda e que muita coisa depende de nós também. O bom momento de hoje foi ouvir o canto dos pássaros pela  manhã em plena Copacabana enquanto eu ia treinar. Peguei o canto do pássaro e o coloquei numa paisagem imaginária, com um li...