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Podemos começar do início, do meio e até do fim. É imperativo, porém,começar com o que somos. Dor de crescimento é para ser enfrentada se olhando no espelho e não nos olhos de outra pessoa que talvez nos encante mas não nos ajudará a sermos a melhor versão de nós mesmos.



Se a sua vida fosse uma partitura qual seria o seu estilo? Quais notas predominariam em seu viver?


Todo início de trajetória deveria começar com questionamentos para que o fundamento da nossa caminhada possa ser pautada também em fatos reais. Não adianta se comprometer com o que não damos conta. O sonho é interno mas o palco está aqui, diante de nós, com outras pessoas que pensam de modo diferente.

O nosso cotidiano nos impele também a momentos de desânimos, resfriados, incompreensões, calúnias, problemas de várias ordens, descobertas não muito agradáveis... enfim.... a vida não sabe dos nossos propósitos. Nós é que temos que conhecê-los bem para ficarmos firme na condução do volante da existência. A viagem é longa. Os os dias são curtos.

Se a nossa lista de desejos estiver muito grande podemos dividi-la em duas partes para termos mais chances de fazer tudo o que desejamos.  Se for pequena demais, vamos ampliar os horizontes porque afinal, merecemos.

Ao começar um novo ano questionemos sobre o nosso agir. Será que estamos entregando a nossa felicidade ao acaso, sem discernimento? O que é felicidade para nós? Será que estamos sendo solitários em companhia dos demais? Ou será que temos em nossas mãos o nosso prumo?

Dizem que para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve. Caminhos diferentes nos trazem pessoas e situações diferentes. Esse pacote nos completa ou serve para amornar os nossos desejos frustados? Podemos rasgar os papéis velhos, renovar o nosso guarda roupa, irmos à academia.... mas se soubermos o motivo que nos leva a tudo isso, seremos mais coerentes em nossas escolhas e a tal de felicidade será produção nossa.

Se pudermos rever o que fizemos sobre outra ótica talvez a gente consiga aprender que o olhar muda e mudar não é sinal de falta de identidade. Mudar é crescer! Mas, dói. Não nos enganemos sobre isso.

Podemos começar do início, do meio e até do fim. É imperativo, porém, começar com o que somos. Dor de crescimento é para ser enfrentada se olhando no espelho e não nos olhos de outra pessoa que talvez nos encante mas não nos ajudará a sermos a melhor versão de nós mesmos.


Estou de volta leitores! Boa semana!

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